Restituição do Imposto de Renda: devo investir os valores?

Os pagamentos da restituição do Imposto de Renda estão próximos. O 1º lote será liberado para milhões de contribuintes no dia 31 de maio. A quantia é bastante esperada pelos brasileiros, que podem optar por usar de diferentes formas, e uma delas é a aplicação em investimentos. Mas afinal, isso vale a pena?

Segundo analistas da área, o dinheiro da restituição deve ser usado de acordo com as necessidades de cada contribuinte. Nesse sentido, o primeiro passo é analisar a situação financeira atual, para saber o destino certo dos valores.

Nesse sentido, caso tenha dívidas, a melhor opção é utilizar a restituição para pagar e regularizar a situação. No entanto, se essa não for a realidade, é recomendado começar a aplicar em uma reserva de emergências ou adicionar o valor em alguma aplicação. São diversas as possibilidades.

Restituição do Imposto de Renda como reserva de emergência 

A reserva de emergência deve ser uma prioridade dos brasileiros. Isso porque os valores podem ser usados em diversas situações que fogem do controle, como conserto de carro, compra de um eletrodoméstico ou até mesmo a perda de um emprego. Para isso, o ideal é juntar o equivalente a 12 meses de salário. 

Nesse sentido, existem diversas formas de investimentos que podem ajudar nesse fim. Antes de escolher, é preciso determinar quais são os objetivos específicos, prazos e estar atento aos riscos oferecidos pelas modalidades.

Como se trata de uma reserva de emergência, o dinheiro precisa ser aplicado em um lugar em que o resgate possa ser feito a qualquer momento e de forma simples. Tais características podem ser localizadas em opções de renda fixa. 

Investimentos em renda fixa 

Agora, veja quais opções devem ser consideradas para aplicar o dinheiro advindo da restituição do Imposto de Renda. 

  • Poupança;
  • Tesouro Selic;
  • Tesouro Prefixado;
  • CDB que rendam 100% do CDI. 

O rendimento bruto apontado considera o período de um ano.

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Fonte: seucreditodigital.com.br